Ainda estou tentando
concluir se o problema do filme é o roteiro, Jorge Furtado e Pedro
Furtado, a direção, Carolina Jabor, ou ainda ambos. Achei os diálogos
pobres, o direção muito "certinha" e os coadjuvantes subutilizados.
No fim, o filme fala um pouco de HIV, um pouco do vício em remédios e
drogas, um pouco de depressão, um pouco de famílias problemáticas, um
pouco de amor, um pouco de solidão... é muito um pouco para 90 e poucos
minutos de filme.
Talvez por isso os comentários sobre a obra são basicamente: Deborah
Secco perdeu dez quilos, Deborah Secco amou o projeto, Deborah Secco
virou outra pessoa após o filme.... Acho que foi um bom filme para
Deborah Secco... e só.
(mas o argumento é bonitinho, não há como negar)
(nada contra a Deborah Secco, acho uma linda)
(mas o argumento é bonitinho, não há como negar)
(nada contra a Deborah Secco, acho uma linda)
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